O filme seco muda o número
A RNFL que caiu no follow-up pode ser o filme, não o nervo.
Revista de Olho Seco e Superfície Ocular
Evidência que chega à prática.
Olho Seco • Córnea • Tecnologia
Clínica, diagnóstico e tecnologia em uma publicação editorial independente, visual e rigorosa.
Edição Fundadora • Nº 00
Edição Fundadora • Nº 00
Do sintoma ao fenótipo: diagnóstico multimodal e terapias dirigidas por mecanismo.
Uma edição dedicada às transformações que estão redefinindo o entendimento da doença do olho seco, da fenotipagem clínica ao diagnóstico multimodal, novas tecnologias e estratégias terapêuticas personalizadas.
Eixos desta edição
Fenotipagem do olho seco
Meibografia
NIBUT
Interferometria
Osmolaridade
Conjuntivocálase
DGM
Tecnologias baseadas em energia
Farmacologia
Superfície ocular perioperatória
Inteligência artificial
Futuro do diagnóstico
Curadoria editorial
A RNFL que caiu no follow-up pode ser o filme, não o nervo.
O olho seco continua sendo um diagnóstico montado por pedaços. Sintoma, sinal e biomarcador discordam. A IA entrou para automatizar a leitura de uma imagem ou juntar imagem e ficha. O apelo é objetividade e velocidade.
A higiene palpebral virou default para qualquer margem suja. Em infestação documentada, o default não erradica o ácaro. Tratar só com conforto é o mecanismo errado. Tratar toda blefarite como Demodex também é.
O consultório ainda escala por gravidade: lágrima, anti-inflamatório, plug, aparelho. “Quando sintomas e sinais não batem” já disse que o driver da visita importa mais que o escore. Não há ensaio que teste tratamento dirigido por mecanismo contra escalada por gravidade.
A fila da catarata e da refrativa ainda opera no filme instável. “Dói o olho?” não identifica quem vai errar a ceratometria. Duas semanas de lágrima não têm âncora de acurácia de LIO nesta lista.
O center que só recebe quem já tem o rótulo perde a maior parte da demanda. Inomata e colaboradores (2020): 72,7% dos sintomáticos num aplicativo japonês estavam sem diagnóstico. Yeo e colaboradores (2014): 47,5% somem de uma clínica dedicada em dois anos.
Evidência em foco
Uma leitura estruturada de estudos relevantes, distinguindo com clareza resultados, limitações e interpretação editorial.
A seção é publicada mensalmente como RADAR Científico: literatura, sociedades, indústria e regulação filtradas por relevância e nível de evidência, com fonte original em toda entrada.
Tecnologia em foco
Imagem, biomarcadores, dispositivos e inteligência artificial discutidos pelo que acrescentam à prática — nunca como catálogo de fabricantes.
Da evidência à prática
Farmacologia e terapias
Já no ar: O mecanismo da visita, não o degrau · Quando a higiene não basta
Superfície ocular perioperatória
Já no ar: Tratar antes de medir
Princípios editoriais
A SUPERFÍCIE mantém separação clara entre conteúdo editorial, publicidade e conteúdo patrocinado. Parcerias comerciais podem apoiar a publicação, mas não determinam conclusões clínicas ou científicas.
A política editorial declara o mesmo critério: parceria não determina pauta nem conclusão clínica.
Rótulos de transparência
Publicidade Conteúdo patrocinado Parceria educacional Disclosures disponíveis em todo conteúdo profissional.Parcerias editoriais e educacionais
A SUPERFÍCIE desenvolve projetos com organizações interessadas em educação médica, tecnologia, inovação e superfície ocular, sempre preservando sua independência editorial.
A publicação
SUPERFÍCIE é uma publicação dedicada à doença do olho seco e à superfície ocular contemporânea.
Sua proposta é aproximar ciência, diagnóstico, tecnologia e prática clínica por meio de uma experiência editorial rigorosa, visual e acessível. A revista integra o ecossistema olhossecos.com.br e foi concebida como plataforma de atualização, curadoria de evidências e diálogo entre profissionais.
Autores e colaboradores
Perfis serão publicados conforme as primeiras colaborações forem confirmadas.
Conselho Editorial
Componente reservado para participantes formalmente confirmados.