Diagnóstico multimodal
História clínica, sinais da superfície, estabilidade lacrimal, colorações e imagem lidas em conjunto.
Cinco testes, cinco perguntasPortal profissional
Conteúdo técnico para quem investiga e trata: desenho de estudo, amostra, grau de evidência e ressalva aparecem junto do número — e não depois dele.
Imagem, fenótipo e contexto clínico precisam ser interpretados em conjunto.
Ilustração gerada com IA para fins editoriais; representação conceitual da interferometria do filme lacrimal, sem dados de paciente e não representa um exame.Em destaque · Evidência
De escalada por gravidade para tratamento dirigido por mecanismo: o que muda no consultório brasileiro
Ler a matériaHistória clínica, sinais da superfície, estabilidade lacrimal, colorações e imagem lidas em conjunto.
Cinco testes, cinco perguntasOrganizar o mecanismo predominante para apoiar raciocínio, comunicação e acompanhamento.
Quando sintomas e sinais não batemMeibografia e camada lipídica como parte da leitura, não como veredito isolado.
Além do meiboscoreNIBUT e osmolaridade respondem perguntas específicas — e há perguntas que eles não respondem.
O que a osmolaridade respondeEscolher a intervenção pelo mecanismo predominante, declarando o que a evidência sustenta.
Terapias dirigidas por mecanismoCuradoria periódica com fonte verificável, resumo e por que o achado importa na prática.
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O período não entrega classe nova. Entrega o cheque de três ferramentas que o consultório já usa. O idioma continua o do TFOS DEWS III — mecanismo primeiro, tamanho do efeito depois; o vocabulário do consenso ficou no RADAR de agosto, não se republica aqui. Ciclosporina tópica pode ajudar; a certeza é baixa a moderada e a descontinuação sobe. O spray nasal de vareniclina sobe o Schirmer e não fecha o sintoma. O lenço de higiene ganha do soro em quatro semanas e não prova superioridade sobre o ácido hipocloroso. Duas leituras de contexto fecham o pacote de seis: o mapa da via nasal — a vareniclina já aprovada é um caso clínico, não a prova de que todo fármaco nasal chega ao olho — e a revisão de Cooper sobre o cardápio farmacológico e natural da DGM, amplo e ainda sem protocolo único. A pergunta deixa de ser «funciona?» e passa a ser o que cada ferramenta muda, em quanto tempo, e o que ela não promete.
Ler o cicloObras do autor
Uma condição subdiagnosticada da superfície ocular e sua relação com o olho seco e o desconforto ocular crônico.
Impactos clínicos, funcionais e sistêmicos de uma doença subestimada.